26 de janeiro de 2011

Luso Jornal nº 20 de 26 de Janeiro



Nesta edição do LusoJornal pode ler:

Destaque:
·      Cavaco Silva sucede a Cavaco Silva
·      Cavaco ganhou em França com forte abstenção
·      Imprensa francesa diz que “Economista conservador” venceu “poeta socialista” num    país em recessão
·      José Sócrates considera “abuso” leituras sobre penalização do Governo e do PS
·      Mesas de voto de Reims, Nancy e Bayonne sem nenhum voto
·      Eleitores surpreendidos por estarem recenseados em Portugal
·      Nantes bateu record de percentagem de participação
·      Urna no Consulado de Ajaccio não pode ser aberta (tinha apenas 7 votos)
·      Manuel Alegre assume derrota pessoal
·      Defensor Moura diz que é um resultado “desastroso para o PS”
·      Candidatura ganhadora de Fernando Nobre
·      Pedro Passos Coelho diz que esta não foi a primeira volta das Legislativas
·      Jerónimo de Sousa diz que esta foi uma “rejeição do Governo de Sócrates”

Política:
·      Deputados do PSD pelo círculo da Emigração questionam o Ministro dos Negócios Estrangeiros sobre vencimentos dos funcionários no estrangeiro
·      Secção do PS português nos Yvelines vai receber visita do Deputado Paulo Pisco
·      Modelo de voto eletrónico tem cada vez mais adeptos
·     Governo, Partidos e Deputados de Cabo Verde satisfeitos com cinco anos de legislatura

Comunidade:
·      Consulado de Portugal em Marseille anulou casamento homossexual que estava marcado para dia 21
·      Partidos portugueses querem a revogação da suspensão de casamentos gays nos Consulados
·      A Maire de Montpellier quer celebrar o casamento adiado pelo Consulado de Marseille
·      Juiz diz que a suspensão do casamento homossexual nos Consulados é “totalmente aberrante”
·      Parlamento não quer que os os Conselheiros das Comunidades integrem o Conselho Nacional de Educação
·      Presidente do Conselho Permanente defende orçamento próprio para o CCP
·      Angolagate: Pierre Falcone nega “todos os factos” no caso de venda de armas a Angola
·      O economista Pascal de Lima apresenta o seu mais recente livro no Consulado de Portugal em Paris
·      Atriz Leonor Silveira vai ser condecorada pela França
·      Portuguesa procura pai na região parisiense
·      Portuguesa procura informações sobre o pai que faleceu em Paris
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Empresas:
·      Depois de Miami e Bordeaux, Porto Alegre é o 10° destino da TAP no Brasil
·      BES e LCL no Bingo de Chateauneuf-sur-Loire
·      Mário e Elodie Lopes, candidatos ao troféu de Cabeleireiro do ano

Ensino:
·      Novos cursos de português na Ecole du Bâtiment et Travaux Publics em Vincennes
·      ILCP de Lyon abre inscrições para o Diploma de língua portuguesa da Câmara de comércio e indústria luso-francesa de Lisboa
·      Mais uma sessão do Celpe-Bras na Universidade de Paris Ouest Nanterre La Défense
·      Jornada Portas Abertas no departamento de Português da Universidade de Nanterre
·      Formação “Média et Médiation culturelle” na Universidade de Clermont-Ferrand

Cultura:
·      Os Mistérios de Lisboa de Raúl Ruiz, por Pedro da Nóbrega
·      Ad Infinitum – Silêncio, uma exposição de Fernando Gaspar no Consulado de Portugal em Paris”, por Vanessa Cabeleira
·      Centro Português de Serigrafia comemora 25 anos com exposição em Arras
·      Suzana Joaquim em cena em “Le Voyage” no Théâtre de Ménilmontant, em Paris
·      Segunda parte de “Variations Portuguaises” no Museu Carnavalet de Paris
·      Grupo Cordas Soltas edita novo disco
·      Filmes portugueses no Festival de Angers
·      Aguarelas de Blandine dos Santos vão ser expostas em Paris
·      Homenagem a José Saramago, Prémio Nobel da Literatura
·      Companhia do Chapitôt festeja 15 anos no Institut Français du Portugal
·      Desenhadora Cristina Sampaio no Ridep de Carquefou
·      “O Mundo do Fado... Fados do Mundo” com apresentação de Jean-Luc Gonneau, com Conceição Guadalupe


Media:
·      Televisão: Joaquim Pereira volta com a web-tv Raiz Lusitana TV

Religião:
·      Calendário europeu omite feriados cristãos: Eurodeputado Nuno Melo questiona Bruxelas

Associações:
·      Quem são as 10 concorrentes para o concurso de Miss Portugal França que vai ter lugar em Clermont-Ferrand?
·      Assembleia Geral da Associação França Portugal de Oloron Sainte Marie
·      Grupo folclórico de Montreuil foi fundado em 2010
·      Baile para provar a Galette des Rois em Chatillon
·      Baile com Saúl e Ruth Marlène em Sainte Geneviève-des-Bois
·      Reunião do Comité de promoção de Portugal e da Lusofonia na região Pas de Calais, em La Couture
·      Exposição de José Afonso em Pontault-Combault
·      ACFP de Nantes festeja 30° aniversário
·      Associações portuguesas de Argenteuil organizam espetáculo de angariação de fundos para apoio ao Haïti

Desporto:
·      Automobilismo: Bruno Magalhães abandonou no Rali de Monte Carlo
·      Entrevista com Rodolphe Lopes, Treinador do Sporting Club de Paris Futsal
·      Créteil/Lusitanos empatou face ao Plabennec mas não merecia melhor prémio
·      Issy-les-Moulineaux de António Tavares empatou, mas perdeu a liderança do Campeonato
·      Tiago, ex-Olympique de Lyon, despediu-se da Seleção
·      Marco Ramos troca o Lens pelo Sporting de Braga
·      Voleibol: Mais uma vitória para os três jogadores do Poitiers

Opinião:
·      “O povo votou, Cavaco continua!” pelo Dirigente associativo Manuel de Sousa Fonseca
·      “Sobre a vinda a França do Candidato Manuel Alegre” por Luis Rodrigues
·      “O CCP e as propostas desajeitadas do PSD” pelo Deputado Paulo Pisco
“Perder eleições não quer dizer perder convicções” pelo Mandatário de Manuel Alegre para França, Aurélio Pinto

Presidenciais 2011 - Resultados oficiais Nantes

Pode consultar os resultados oficiais das Presidenciais no estrangeiro aqui !

Reproduz-se uma imagem dos resultados oficiais de Nantes :

DR de 25-01-2011

24 de janeiro de 2011

Ouest France publicou artigo sobre votação no Vice Consulado

Quem votou em Nantes ?


Foi possível apurar o seguinte relativamente aos eleitores que exerceram o seu direito de sufrágio no posto consular :
  • Não tivemos eleitores dos departamentos 22, 29, 56 e 79
  • 11 eleitores deslocaram-se de Rennes, o que significa que percorreram 200 km ida e volta para exercer o seu direito de voto.
  • 1 eleitor deslocou-se de Ste Gemmes sur Loire, no departamento 49, tendo percorrido 190 km
  • 2 eleitores deslocaram-se de La Gaubretière, no departamento 85, tendo percorrido 156 km
Do departamento 44, votaram ao todo 74 eleitores, assim distribuídos : 
  • 57 residem em Nantes
  • 2 em Indre
  • 1 em Rezé
  • 2 em Saint Herblain
  • 2 em Sainte Luce
portanto nos arredores imediatos da cidade de Nantes, tendo mesmo assim alguns percorrido entre 10 e 25 km.
Neste mesmo departamento mas com muitos mais kilómetros contabilizados, recebemos 3 eleitores de La Haie Fouassière (cerca de 40 km), 1 eleitor de Saint Etienne de Montluc (cerca de 46 km) e 6 eleitores de Chateaubriant, que percorreram 138 km no total.

A todos uma mensagem de apreço e de parabéns.

23 de janeiro de 2011

Eleições Presidenciais em Nantes


Eis o apuramento :

Inscritos : 848
Votantes :  88 ou seja 10,4 % dos inscritos

Votos nulos : 1 ou seja 1,1 %
Votos brancos : 3 ou seja 3,4 %

Votos nos candidatos :
  • Cavaco Silva : 26 votos
  • Defensor Moura : 5 votos
  • Francisco Lopes : 7 votos
  • José Coelho : 0 votos
  • Manuel Alegre : 44 votos
  • Fernando Nobre : 2 votos

Para os resultados nacionais, resultados por distritos, conselhos, freguesias e no estrangeiro, consultar aqui : Portal do Eleitor

22 de janeiro de 2011

Anulação procedimento concursal

Para os devidos efeitos se torna público que por determinação de S. Exa. o Secretário-Geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros, foi anulado o procedimento concursal para contratação de 1 trabalhador na modalidade de contrato de trabalho por tempo indeterminado, ao abrigo da lei local, publicitado pelo Vice-Consulado de Portugal em Nantes, através de aviso com data de 17 de Janeiro de 2011.

21 de janeiro de 2011

Ouest France publicou artigo sobre eleições presidenciais portuguesas

 
 
Também a "EuradioNantes : l’Europe sur les ondes nantaises" difundiu hoje às 12h e às 17h30 uma entrevista da Vice-Cônsul em português e em inglês (pois tem um espaço reservado a informações em língua inglesa). Assim após a emissão de domingo passado na Radio Alva, ficou completo o circuito informativo existente na cidade de Nantes.

Reportagem sobre o Mundial de Matraquilhos no programa +351 da SIC internacional

Veja aqui a reportagem sobre o Mundial de Matraquilhos em Nantes que foi difundida no programa +351 da SIC internacional

20 de janeiro de 2011

Lido no DN : Museu Gulbenkian entre os melhores do mundo

O Museu Calouste Gulbenkian, em Lisboa, foi eleito pelo sítio online de viagens norte-americano "The Savvy Explorer" um dos sete "Melhores Pequenos Museus do Mundo", grupo onde figuram espaços museológicos de Paris, Veneza e Zurique.

De acordo com uma nota divulgada pelo Museu, inaugurado na sede da fundação, em Lisboa, em 1969, com o espólio do empresário e colecionador arménio Calouste Gulbenkian, o editor do sítio, Michael Tulipan, destaca a apresentação "engenhosa" da coleção.

Descrevendo Calouste Gulbenkian como "um coleccionador ávido", Tulipan destaca ainda o percurso expositivo deste museu montado por ordem cronológica e por área geográfica, proporcionando ao visitante "uma viagem pela história mundial da cultura humana, região por região".

Considera ainda "imperdíveis" os quadros "notáveis" de Pascal Dagnon-Bouveret e as peças "meticulosas" de Arte Nova produzidas por René Lalique que podem ser vistas no museu Gulbenkian.

Lido no Público : Cientistas portugueses lançam revista sobre ecologia destinada ao grande público

Levar a todas as pessoas aquilo que os investigadores de Norte a Sul do país estão a fazer é o maior objectivo da revista "Ecologi@”  de acesso gratuito, lançada esta tarde na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

O grande objectivo é “divulgar a ciência ecológica e fazer a ligação entre ciência e sociedade, levando a ecologia a todas as pessoas”, explicou Paula Sobral, investigadora da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa e editora principal. Biodiversidade, conservação e recursos naturais são apenas alguns dos temas que serão publicados nas páginas online da "Ecologi@”.

A revista – online, quadrimestral e gratuita – é um “projecto bastante antigo da Sociedade Portuguesa de Ecologia (Speco) e que só agora conseguiu reunir as condições” necessárias ver a luz do dia, contou Paula Sobral ao PÚBLICO.

Todos os investigadores associados ao meio académico e dedicados à área da ciência da Ecologia são convidados a apresentar os seus artigos, que serão submetidos a revisão por um corpo editorial composto por professores universitários de Norte a Sul do país, explicou.

O primeiro número da revista (de Janeiro a Abril de 2011) é dedicado à Biodiversidade e tem artigos científicos, opinião, artigos de divulgação e resumos de teses de mestrado e de doutoramento.

“Acreditamos que a revista tem um grande potencial, uma vez que não existe nenhuma publicação científica, em português, sobre o tema”, acrescentou Paula Sobral.

A responsável reconhece que os investigadores “sentem muito a necessidade de comunicar melhor. Este é um passo nesse sentido, mas ainda estamos só a começar”.

Paula Sobral considera que hoje a Ecologia “tem mais peso. Antigamente era mais difícil passar conceitos e termos”. Ainda assim, há muito trabalho a fazer, nomeadamente para “a Ecologia se afirmar como Ciência, esclarecendo uma possível confusão com movimentos ecologistas”.

Cinema português em Angers


A 23a. edição do festival Premiers Plans, que decorre em Angers de 21 a 30 de Janeiro, apresenta alguns filmes portugueses ou produzidos por Portugal :

  • a curta metragem de Susana Nobre "Lisboa-província", nos dias 24 e 25 de Janeiro ;
  • o filme coproduzido por Paulo Branco "Cendres et Sang" no dia 24 de Janeiro ;
  • o filme de João Nicolau "A espada e a Rosa" do dia 28 de Janeiro.

João Salaviza fará  a leitura do cenário de "Rafa" no dia 22 de Janeiro.

O programa completo deste evento em : www.premiersplans.org.

18 de janeiro de 2011

Lido no Público : O mapa-mundo do património português

Como se define o que é o património português no mundo? É tudo o que foi construído pelos portugueses? Ou tudo o que, de uma forma ou outra, foi influenciado pela presença de portugueses? A Gulbenkian acaba de editar três volumes com um levantamento inédito.

Igrejas, claro, mas também fortalezas, prisões, armazéns, sedes de bancos, hotéis, liceus, cinemas, estações de correios, fábricas, roças em São Tomé, ruas e praças no Mindelo, sobrados no Brasil, casas particulares e grandes edifícios de habitação. Brasil, claro, mas também Angola, Moçambique, São Tomé, Cabo Verde. E Timor e Índia, mas também Sri Lanka e Macau, Indonésia e Birmânia, Etiópia e Tanzânia. A Fundação Calouste Gulbenkian acaba de lançar três volumes com o levantamento do património que os portugueses espalharam pelo mundo. É uma obra de peso - em mais do que um sentido.

Hoje, a partir das 15 horas, a Universidade de Coimbra organiza uma discussão crítica do projecto Património de Origem Portuguesa no Mundo. José Mattoso, que foi o coordenador do trabalho (com Mafalda Soares da Cunha), vai conversar com o professor catedrático Joaquim Romero de Magalhães, o historiador António Manuel Hespanha e o antropólogo João Pina Cabral.

A primeira pergunta que surge assim que começamos a folhear a obra e deparamos com construções tão diferentes em sítios tão diferentes do mundo (só se incluíram estruturas que ainda existem) é: como se define o que é "de origem portuguesa"?

O arquitecto Walter Rossa (que coordenou o volume dedicado à Ásia) revê-se mais no conceito de "influência" do que no de "origem", que implica uma iniciativa portuguesa (ligada em princípio à ideia de soberania sobre o território). "No caso da Ásia, se utilizasse o conceito de origem teria que reduzir muito consideravelmente o número de itens", diz. "O que temos aí são iniciativas em que os portugueses têm uma maior ou menor participação. Há áreas enormes, o golfo de Bengala, todo o Sudeste Asiático, onde Portugal não teve nunca soberania, mas em que há um papel da Igreja portuguesa, do Padroado, e de aventureiros que faziam parte da máquina portuguesa."

O caso asiático é, sublinha, "completamente diferente do do Brasil [o volume da América do Sul é coordenado por Renata Malcher de Araújo], onde havia uma civilização muito incipiente e que do ponto de vista da cultura edificada tinha pouca expressão". Na Ásia a contribuição dos portugueses funde-se com outras. "Quando olhamos para uma igreja goesa, o que vemos é uma igreja goesa, não é nem indiana nem portuguesa, mas resulta de uma fusão cultural."

No caso do Norte de África, mar Vermelho e Golfo Pérsico, Filipe Themudo Barata seguiu uma lógica semelhante. "Para mim, património de origem portuguesa seria aquele que serviria os interesses estratégicos coloniais do império português. O problema é que havia muitas situações em que os portugueses tinham arquitectos árabes ou estrangeiros a trabalhar para eles. Ou, noutros casos, como aconteceu depois da batalha de Alcácer Quibir, eram provavelmente arquitectos e engenheiros portugueses, mas prisioneiros, que voltaram a construir as fortificações de Larache."

Também o arquitecto José Manuel Fernandes, que se ocupou da África subsariana, diz preferir "o termo "matriz", ao modo do [escritor] José Eduardo Agualusa, em vez de "origem"". Isto porque "a presença ou influência portuguesa foi múltipla (em muitos territórios diferenciados, um pouco por todo o continente e ilhas vizinhas), longuíssima no tempo (quase seiscentos anos, 1415-1975), e portanto expressa em tipologias de imensa variedade (tardo-medieval, clássico-barroco, romântico-industrial, arquitectura modernista)". O mesmo não sucedeu na América ou na Ásia, "apenas no diminuto Macau e no rarefeito Timor".

Como identificar e localizar um património com esta dimensão? "A identificação foi difícil", confessa José Manuel Fernandes. "Um "calcanhar de Aquiles" desta obra é a não execução de um levantamento fotográfico específico e actual." No caso da África subsariana há ainda o problema da "rarefacção de investigadores dos PALOP [países africanos de língua oficial portuguesa]" que pudessem ser colaboradores, "a incipiência da investigação no sector/tema, e a dificuldade em determinar se muitas obras ainda existem, devido às guerras civis prolongadas que houve, e ao difícil acesso aos locais pelos investigadores".Edifícios descaracterizados

Não há fronteiras claras. Esta é uma história de misturas, de cruzamentos, de encontros. E em muitos casos passou demasiado tempo para que se possa hoje "atribuir a origem pura". "Os portugueses chegam a um sítio e aproveitam uma parte dos amuralhados que lá estão, reconstroem-nos ou envolvem-nos com outra cintura de muralhas, destroem partes de uma mesquita e por cima constroem uma igreja, e depois os muçulmanos tomam aquilo, destroem alguns elementos religiosos e transformam-na outra vez numa mesquita."

Muitas vezes no processo os edifícios vão-se descaracterizando. "Tivemos que tirar cerca de uma dezena de entradas, porque nos três anos em que estivemos a fazer este trabalho houve edifícios que desapareceram", conta Walter Rossa. Desaparecem porque "não estão identificados nem estudados como sendo importantes" - e um dos objectivos desta obra é precisamente colmatar essa falha.

José Manuel Fernandes constatou que "nos espaços há muito não-portugueses" a atitude das populações em relação a este património é de "desconhecimento, mitificação ou mesmo adoração excessiva". Depois, há grandes contradições: "Em Angola e Moçambique, os governos recuperam lentamente conjuntos do "Estado Novo" Colonial (como a praça institucional do Kuíto), com esmero e dedicação, enquanto destroem peças modernas melhores do que as melhores existentes em Portugal (como o mercado do Kinaxixe)."

No meio desta "desorientação", tem havido apenas "uma voz de continuidade na recuperação real do chamado "património lusófono" (o que "fala" português através das pedras): a Fundação Gulbenkian".

"Quisemos nestes três volumes dar uma panorâmica objectiva da influência portuguesa no diálogo de culturas", afirma José Mattoso. "O que se pretendeu foi dar informação acerca do estado em que estão [os edifícios e monumentos], das condições históricas em que foram produzidos, de qual é o seu valor."

Esta visão alargada do que é o património português - que vai para além da ideia do que foi construído por iniciativa de portugueses - é uma boa opção, considera João Pina Cabral, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e um dos convidados para a sessão em Coimbra. "Abriram-se para lá das zonas em que o Estado português esteve presente, o que me parece muito inteligente." Há neste trabalho "uma aposta ecuménica, em ver este legado não propriamente como português mas como um espaço de coabitação".

Um espaço em que os portugueses abriam caminho a outros contactos, criando pontes. "Havia por exemplo grande ligação entre os portugueses do Brasil e os da Ásia", lembra Pina Cabral. "Há mesmo uma cidade em Rio Grande do Norte chamada Macau. Um dia houve uma enchente e o mar subiu, vinha um barco de Macau que salvou as pessoas e as levou para terra firme, e por isso a cidade foi rebaptizada como Macau. Havia também uma influência importante de Macau em Moçambique nos anos 60 e 70, e o policiamento em Macau era feito por soldados do Sul de Moçambique."

Feito este levantamento, qual deve ser agora a posição de Portugal perante este património? Para a Gulbenkian, que tem projectos de recuperação em vários destes países, ele é uma base de trabalho. "É importante ter uma espécie de mapa do que existe para decidir, em termos de gestão desse património, o que se pode fazer", sublinha Mattoso. É, contudo, consensual que este levantamento não pode servir de base a qualquer postura nacionalista ou a qualquer reivindicação de posse. "Não há nenhuma agência, estatal ou privada, nem mesmo se se juntarem todas, com capacidade para intervir neste património todo", afirma Walter Rossa. "Uma das regras fundamentais para a preservação é o inventário. Este conjunto de três volumes é uma primeira listagem, que pode agora ser alargada." O mais frutífero será "apresentar uma leitura deste património como algo que é da humanidade". E assim talvez seja possível "mobilizar as comunidades locais para a sua protecção."

Themudo Barata acha que a partir daqui abrem-se novas pistas. "Em Meknés [Marrocos], por exemplo, começou a surgir informação nos arquivos espanhóis e marroquinos que indica que no século XVIII havia um bairro português, onde moravam cerca de 200 prisioneiros portugueses, e que tinha uma igreja e um hospital. Sabemos onde era, mas nunca ninguém foi lá procurar."

Mas o que Themudo Barata lamenta acima de tudo é o "abandono" das comunidades locais ligadas a Portugal. "Abandonámo-los completamente, coisa que nem os espanhóis nem os italianos fizeram. Não há dinheiro para refazer tudo o que existe - é um património de tal maneira gigantesco que só o podemos preservar através do apoio às comunidades locais."

Ambiente: Portugal com emissões abaixo de meta anual de Quioto em 2009

Lisboa, 18 jan (Lusa) - As emissões de gases com efeito de estufa ficaram pela primeira vez, em 2009, abaixo do nível anual atribuído a Portugal no Protocolo de Quioto, acentuando a tendência decrescente, disse hoje o Ministério do Ambiente.

Na avaliação do cumprimento da meta fixada por Quioto, as projeções mais recentes, de novembro do ano passado, apontam para uma redução de cerca de 20 por cento do défice esperado para o total dos cinco anos do protocolo, face à estimativa anterior, de junho, refletindo uma "tendência favorável de redução de emissões".

Entre os fatores que contribuem para este comportamento estão a redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) nos transportes, a diminuição da ocorrência de incêndios em florestas e a redução da estimativa de utilização da reserva para novas instalações cobertas pelo Comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE), explica o Ministério numa informação à agência Lusa.

A descida do défice corresponde a uma redução de 32 por cento das necessidades a suprir por investimentos do Fundo Português de Carbono.

De acordo com os dados provisórios do Inventário Nacional de Emissões de GEE para 2009, Portugal emitiu um total de 75,328 milhões de toneladas de dióxido de carbono (kton CO2e), o que exclui as emissões associadas à alteração do uso do solo.

Este valor está abaixo da meta do Protocolo de Quioto, que vigora até 2012 e cuja quantidade atribuída, numa base anual, é de 76 388 kton CO2e, e é inferior às emissões verificadas em 2008 (78 050 kton CO2e), segundo os dados do Ministério tutelado por Dulce Pássaro.

No ano passado, "as emissões nacionais ficaram pela primeira vez abaixo (menos 1,8 pontos percentuais) da quantidade atribuída anualmente em termos da meta do Protocolo de Quioto".

Assim, "mantém-se e acentua-se a tendência decrescente verificada consistentemente desde 2005, ano em que as emissões nacionais de GEE estavam 16,3 pontos percentuais acima da quantidade atribuída (base anual), enquanto em 2008 já se encontravam apenas 2,8 pontos percentuais acima", explica.

O processo de “descarbonificação” da economia portuguesa está em curso, com menos carbono emitido por cada unidade de riqueza produzida, salienta o Ministério, acrescentando que o processo se iniciou em 2005, antes da atual conjuntura económica.

Na semana passada, a associação ambientalista Quercus divulgou as suas estimativas sobre emissões de dióxido de carbono, apontando para uma redução de cerca de quatro milhões de toneladas, o que significa cerca de 6,5 por cento do valor base de 1990 para efeitos do cumprimento de Quioto.

Para a Quercus, "uma das constatações mais significativas é a redução das emissões das centrais térmicas a carvão de Sines e Pego (menos 45 por cento em 2010 por comparação com 2009)".

Lazer: Jogo da portuguesa Biodroid está nos nomeados dos IMGA

Lisboa, 18 jan (Lusa) - A empresa portuguesa de desenvolvimento de videojogos Biodroid entrou na lista de nomeados dos International Mobile Gaming Awards (IMGA) com o jogo de desporto “Billabong Surf Trip”, desenvolvido com a Billabong Worlwide para as plataformas iphone e ipad.

É a primeira vez que uma empresa portuguesa entra na lista de nomeados da IMGA, considerado o maior evento da indústria de mobile games, refere a Biodroid num comunicado.

A nomeação foi anunciada pelo júri da 7.º edição do International Mobile Gaming Awards, que se reuniu sexta-feira, em Marselha, França, entre 263 jogos de todo o mundo e a par dos 30 jogos nomeados para a atribuição dos prémios.

Os prémios estão divididos por seis categorias, onde se destaca a categoria "Best Sports Game", para a qual a Biodroid está nomeada a par de duas empresas britânicas, uma escocesa e uma alemã.

"Estamos mesmo muito orgulhosos pela nomeação do nosso jogo para a categoria de melhor jogo de desporto no âmbito dos IMGA. Esta vem premiar o esforço e o empenho colocados pela Biodroid no desenvolvimento de um produto de entretenimento global, contribuíndo de forma inequívoca para colocar Portugal no mapa da Inovação, neste mercado tão competitivo”, afirma o sócio fundador Diogo Horta e Costa no comunicado.

De acordo com a Biodroid, o jogo agora nomeado possui um conjunto de inovações que "o tornam diferenciador na categoria", incluindo o seu "preço de 2,39 euros".

Tem por base a simulação realística e divertida da prática do surf em diversas praias ao redor do mundo e integra um sistema matématico para geração de ondas sempre diferentes tendo em conta a praia que se está a jogar.

Permite ainda a personalização total do jogador, desde o tipo de penteado e cor do cabelo, até aos aspetos mais técnicos, como as escolhas das pranchas e do tipo de fatos que podem ser usados.

As restantes categorias são as seguintes: "Best Casual Game", "Best Real World Game", "Excellence in Design", "Excellence in Gameplay" e "Most Innovative Game".

Os vencedores de cada categoria serão anunciados no Mobile World Congress em Barcelona, que irá ocorrer no mês de Fevereiro.

Lido no Público : Portugal vai ser retratado a uma escala inédita a partir de Março

A população portuguesa já começou a decrescer? Qual o impacto das migrações na estrutura etária do país? Já há mais crianças nascidas fora do casamento do que dentro? O interior do país continua a despovoar-se sem excepção ou as cidades médias estão a conseguir contrariar essa tendência?

Estas são algumas das perguntas que os portugueses vão ver respondidas pelos Censos 2011, a operação estatística mais complexa e mais dispendiosa que qualquer país pode realizar e que arranca no próximo dia 7 de Março em Portugal. O grau de pormenor geográfico será maior do que nunca e vai chegar ao nível de cada edifício.

"Vamos, pela primeira vez, reunir as coordenadas geográficas de cada edifício que vai ser recenseado", revela Fernando Casimiro, coordenador da operação do Instituto Nacional de Estatística (INE). Quando for para o terreno, cada recenseador levará consigo um mapa da zona que vai cobrir, com um grau de resolução de meio metro. "É uma cartografia onde se consegue ver uma árvore no jardim", diz Fernando Casimiro.

À medida que for distribuindo os questionários, o recenseador vai tomando nota do número dos edifícios no mapa. Depois, apenas tem de aceder à Internet e introduzi-los numa cartografia digital. "O número do edifício fica automaticamente referenciado às coordenadas geográficas, o que permite disponibilizar informação com uma potencialidade de utilização muito superior à do passado", explica Fernando Casimiro, acrescentando que não há no país nenhuma fonte com este tipo de dados.

Enquanto nos Censos de 2001, o país estava dividido em 180 mil subsecções estatísticas, agora terá 265 mil. Mas, com a referência digital dos edifícios, na prática a informação estará subdividida em 3,5 milhões de unidades. O tipo de informação disponibilizada a este nível terá de obedecer, porém, aos limites impostos pelo segredo estatístico e nunca poderá levar à identificação dos cidadãos.

A distribuição dos questionários decorrerá até 20 de Março. No dia seguinte, no chamado "dia censitário", arranca a fase das respostas. Os primeiros resultados deverão ser conhecidos em Julho. Os resultados finais só chegarão no final do próximo ano. Até lá, e até que as toneladas de números comecem a dar forma e peso às transformações sociais ocorridas na última década, demógrafos, sociólogos, historiadores e geógrafos dominam a ansiedade de vir a saber o que lhes interessa e de ganhar uma nova base de dados para trabalhos futuros.

"A interrogação primordial para mim é quantos somos", adianta o geógrafo Jorge Malheiros, para quem, "apesar das estimativas, há muitas dúvidas sobre qual é a população residente em Portugal". Essa é também a grande interrogação da presidente da Associação Portuguesa de Demografia, Maria Filomena Mendes. "O que eu quero saber é se continuamos acima dos 10 milhões e qual foi o verdadeiro impacto da diminuição da imigração e do aumento da emigração", afirma, dizendo-se curiosa sobre o impacto das migrações na estrutura etária do país.

O segundo dado de que Jorge Malheiros irá à procura é relativo ao despovoamento do interior. "O processo de concentração no litoral não diminuiu. A minha dúvida é se o despovoamento afectou todo o interior, sem excepções, ou se as cidades médias estão a funcionar como âncoras que contrariam essa tendência."

A socióloga Anália Cardoso Torres vai estar muito mais atenta aos números relacionados com o modo como os portugueses se agrupam. Numa década marcada pela regulamentação das uniões de facto e dos casamentos homossexuais, mas sobretudo por fenómenos como a queda, em muitos sítios abrupta, dos casamentos religiosos e do aumento dos divórcios, a socióloga aguarda com expectativa a quantificação destas mudanças.

"Entre 2000 e 2008 os nascimentos fora do casamento subiram tanto como em 30 anos. A descida do casamento católico, a mesma coisa, ou seja, desceu 20 pontos percentuais em oito ou nove anos, mas esta desinstitucionalização do laço conjugal é mais acentuada numas zonas do que noutras e vai ser interessante analisar estas diferenças", adianta Anália Torres, para explicar que "só com os censos é possível saber quantas pessoas estão a viver em união de facto em Portugal, o que é diferente de saber qual tem sido a evolução ano a ano". Para enquadrar estas mudanças, os inquéritos do INE colocam perguntas novas. No domínio da família, as principais alterações são a introdução dos casamentos e das uniões de facto entre pessoas do mesmo sexo. Outra novidade é que avós e netos que partilhem a mesma casa deixam de contar como núcleos familiares, assim como quaisquer coabitantes sem continuidade geracional. Para caracterizar as famílias reconstituídas com mais minúcia, o INE introduziu outra nova variável que distingue os filhos comuns ao casal dos resultantes de anteriores uniões. Do mesmo modo, a cada residente no território português será perguntado se alguma vez residiu no estrangeiro, onde e quando.

Em termos habitacionais, as variáveis sobre o tipo de alojamento foram alteradas no sentido de individualizar a população sem-abrigo. Até agora agrupada na categoria outro local habitado, a população sem-abrigo surge, pela primeira vez, autonomizada nos censos, incluindo-se aqui todos os que, no momento censitário, se encontram a viver na rua ou noutro espaço público como jardins, estações de metro, paragens de autocarro, arcadas de edifícios, pontes e viadutos, e ainda aqueles que, embora pernoitando nalgum abrigo nocturno, sejam forçados a passar várias horas por dia num local público.

De fora ficam os que habitam espaços enquadráveis na tipologia de alojamento, como casas ou fábricas abandonadas, a par dos que, não tendo alojamento, estejam no momento da contagem a viver em hospitais, apartamentos de reinserção ou em pensões pagas pela Segurança Social.

No tocante ao alojamento propriamente dito, as novidades surgem com a pergunta sobre a existência ou não de ar condicionado e sobre qual a principal fonte de energia utilizada para o aquecimento. A par disso, a população será questionada sobre a área útil da casa em que vive e sobre a existência ou não de lugar de estacionamento, o que não se verificava em 2001. A filosofia aqui, segundo o Programa de Acção dos Censos 2011, é que a existência ou não de lugar de estacionamento é "um elemento decisivo na definição das políticas de planeamento urbano e das intervenções urbanísticas a realizar".

Outra das alterações prende-se com o desaparecimento de perguntas sobre a electricidade e a existência de cozinha ou kitchenette. Explicação: "Os resultados dos Censos 2001 indicam que 99,5% dos alojamentos familiares possuíam electricidade e 99,7% dos alojamentos familiares clássicos tinham cozinha ou kitchenette", ou seja, as perguntas tornaram-se redundantes.

À margem das questões de conteúdo, os Censos 2011 oferecem pela primeira vez a possibilidade de as respostas serem entregues via Internet. Por outro lado, o questionário de família poderá ser preenchido pelo cidadão, em vez de pelo recenseador, "no sentido de garantir uma maior privacidade e autonomia de resposta por parte da população".

A presidente do INE, Alda Carvalho, afirma que a resposta aos censos é obrigatória, mas ressalta que a motivação para os cidadãos participarem deve vir de outro lado. "É um dever dos cidadãos contribuir para a fotografia, mas é também um direito aparecer na fotografia", diz.

16 de janeiro de 2011

Noite de Janeiras da Asso. Cultural Franco-Portuguesa de Nantes no programa França Contacto de domingo 16 de Janeiro às 19h30

Não perca o programa França Contacto de domingo 16 de Janeiro, pelas 19h30, que falará da noite de Janeiras organizada pela Associação Cultural Franco-Portuguesa de Nantes no passado sábado.

Como não perca todos os futuros programas (lembro que frequência da difusão é de 15 em 15 dias) que terão uma reportagem sobre Nantes !

15 de janeiro de 2011

FAZ - Ideias de Origem Portuguesa


FAZ - Ideias de Origem Portuguesa, iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Talento, é uma plataforma de incubação de projectos de inovação e empreendorismo social que pretende convocar a diáspora portuguesa para pensar novas e melhores respostas para os desafios que o nosso País enfrenta.

O concurso desafia a diáspora portuguesa a lançar ideias e formar equipa com portugueses residentes em Portugal para, em conjunto, lhes darem vida, transformando-as em projectos nas áreas da Inclusão Social, Envelhecimento, Ambiente e Sustentabilidade e Diálogo Intercultural.

Neste momento, nenhuma proposta de França ! Consulte o site, leia as propostas e não hesite, proponha !

Aviação: TAP é a quarta companhia aérea mais segura do mundo – relatório JACDEC


Berlim, 14 jan - A TAP Air Portugal ocupa o quarto lugar entre as companhias de aviação mais seguras do mundo, segundo o 'ranking' anual divulgado hoje pelo Jet Airliner Crash Data Evaluation Center (JACDEC), que analisou as quotas de segurança das 60 maiores transportadoras aéreas do mundo.

A companhia de bandeira portuguesa alcançou a pontuação máxima, 30 pontos, na lista liderada pela Qantas australiana, que surge à frente da Finnair (Finlândia) e da Air New Zeland (Nova Zelândia).

Segundo o relatório da JACDEC, a TAP só não subiu ao pódio porque a sua frota tem mais anos do que a média das frotas europeias, o que se deve, sobretudo, à aquisição da Portugália, que tinha algumas aeronaves de modelos mais antigos.

Outro fator desfavorável são algumas das rotas da TAP para aeroportos em ilhas, com condições de aterragem difíceis, de acordo com a mesma agência.

Todas as companhias referidas e ainda a Cathay Pacific Airways (China/Hong-Cong), a All Nipon Airways (Japão) e a Air Berlin (Alemanha), obtiveram 30 pontos, o que significa que não tiveram qualquer acidente nos últimos trinta anos, desde 1980.

O último acidente grave com aviões da TAP, em que morreram 131 pessoas, foi há mais de 33 anos, a 11 de novembro de 1977.

Um Boeing 727-200 da companhia portuguesa caiu no mar, no Aeroporto do Funchal, na Madeira, depois de ter aterrado sob forte chuva e vento na antiga pista, mais curta do que a atual, e não ter conseguido levantar voo de novo.

Entre as grandes companhias aéreas europeias, a britânica British Airways surge no vigésimo lugar, seguida pela alemã Lufthansa, enquanto a KLM fica-se pela 23.ª posição.

A Easyjet, companhia ‘lows cost’ criada em 1995, que tem aumentado a sua actividade em Portugal, surge à frente das grandes transportadoras do velho Continente, em 18.º lugar.

A italiana Alitalia só aparece no 37.º lugar da escala do JACDEC, mesmo assim à frente da gaulesa Air France (41.º lugar) e da espanhola Ibéria (47.º lugar).

O último posto é ocupado pela brasileira TAM, que há três anos perdeu uma aeronave num acidente em que morreram 199 pessoas, o mais grave da história da companhia.

13 de janeiro de 2011

Reportagem sobre o Mundial de Matraquilhos em Nantes na SIC Internacional dia 15 de janeiro


A reportagem sobre o Mundial da Matraquilhos, que teve lugar em Nantes, vai ser difundida no quadro do programa “+351” da SIC internacional, no próximo sábado 15 de janeiro, às 19h30 (hora francesa).

Quem não receber este canal televisivo, pode ver o programa em : http://sic.sapo.pt/online/entretenimento/mais-351 embora neste momento não esteja em linha !